terça-feira, 18 de março de 2014

Gramíneas Forrageiras.


O primeiro post do blog vai ser sobre o lado direito do projeto, os canteiros das gramíneas forrageiras. Foram plantados 9 canteiros com plantas dos gêneros Brachiaria (Urochloa) e Panicum Maximum, na seguinte ordem: 
1) Brachiaria Humidicula.
2) Brachiaria Decumbens.
3) Brachiaria Ruziziensis.
4) Brachiaria Brizantha CV. Marandu.
5) Brachiaria Brizantha CV. Piatã.
6) Brachiaria Brizantha CV Xaraés.
7) Panicum Maximum CV. Massai.
8) Panicum Maximum CV. Mombaça.
9) Panicum Maximum CV. Tanzania.
No preparo da terra não foi feito nenhum tipo de adubação ou correção, uma vez que a analise de solo coletada no local mostrava concentrações muito alta de quase todos nutrientes e um V% de quase 100%, além de nada de alumínio tóxico e pH neutro.
O plantio foi feito a lanço manualmente no dia 23/12/2013.
Para tentar imitar um manejo em uma fazenda de pecuária estamos mantendo as plantas dentro das alturas de entrada e saída de animais recomendadas pela embrapa.

O primeiro corte foi feito dia 04/02/2014, quase 45 dias após o plantio, o que evidencia as ótimas condições nutricionais do solo, uma vez que o comum é que essas espécies demorem de 60 à 90 dias para alcançar a altura ideal para o primeiro corte. O segundo corte foi feito dia 07/03/2014.


Essa foto acima é do segundo corte do canteiro de MG5.
Nos próximos post colocaremos fotos dos canteiros individualmente.
Sugestões e críticas são sempre bem vindas, e para quem quiser visitar o projeto, ele se localiza no campus 2 da universidade logo abaixo da área cultivada com laranja, próximo à horta.

Orígem



No fim de uma aula de plantas daninhas, conversando sobre como eram poucas as aulas práticas na faculdade foi que resolvemos criar esse projeto chamado "Projeto dos canteiros". Quando digo nós, estou me referindo a mim (Hugo Ricci), o Luis Eduardo Vieira Pinto e o Eduardo de Souza, todos atualmente no sexto termo do curso de agronomia da Unoeste - Universidade do Oeste Paulista, em Presidente Prudente.
A ideia original era: conseguir uma área, dividir em canteiros e plantar tudo que conseguíssemos para acompanhar o crescimento. 
A área foi cedida de prontidão pela faculdade, que também providenciou o preparo da terra, as estacas e as placas para demarcação dos canteiros. Justiça seja feita, sempre fomos muito bem amparados pela instituição.
Até agora conseguimos plantar canteiros com as principais culturas anuais do país, além das principais gramíneas forrageiras, sempre com a intenção de aumentar a experiência prática.
Esperamos com esse blog conseguir passar um pouco do que acontece no nosso projeto e quem sabe incentivar outros alunos do curso a fazerem o mesmo.